Anvisa proíbe venda e propaganda de produtos vendidos irregularmente como emagrecedores

Medida atinge chás e cápsulas comercializados sem autorização sanitária e que prometiam efeitos semelhantes aos de medicamentos para perda de peso


Por Rota Araguaia em 14/08/2026 às 13:50 hs

Anvisa proíbe venda e propaganda de produtos vendidos irregularmente como emagrecedores
Reprodução

Redação

 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a proibição da fabricação, comercialização, distribuição, propaganda e uso de produtos vendidos irregularmente como emagrecedores. A medida foi publicada no Diário Oficial da União nesta sexta-feira (14).

A determinação atinge marcas de chamados chás emagrecedores e cápsulas que prometiam auxiliar na perda de peso, inclusive produtos que faziam referência a medicamentos conhecidos para emagrecimento.

Segundo a Anvisa, os produtos eram comercializados sem registro, notificação ou cadastro na agência. A fiscalização também identificou que os itens eram fabricados por empresa que não possuía autorização para produzir medicamentos.

A proibição vale para todos os lotes dos produtos e também alcança pessoas físicas, empresas e veículos de comunicação que comercializem ou divulguem os itens.

Produtos proibidos

Entre os produtos incluídos na determinação da Anvisa estão:

  • Milagroso Ervas Mounjaro Turbo
  • Milagroso Ervas Mounjaro 3X Turbo
  • Milagroso Ervas Mounjaro Rosa
  • Milagroso Ervas Black
  • Milagroso Ervas Detox
  • Milagroso Ervas Cápsula Azul
  • Milagroso Ervas Vermelho
  • Milagroso Ervas Mounjaro
  • Mounfor X Emagrecedor
  • Chá Sarapião

Chá Sarapião também foi proibido

A Anvisa determinou especificamente a proibição da fabricação, comercialização, distribuição, propaganda e uso do Chá Sarapião, associado à empresa Natural Ervas Produtos Naturais Ltda.

De acordo com a agência, o produto era vendido sem registro, notificação ou cadastro sanitário e seria fabricado por uma empresa sem autorização para fabricar medicamentos.

A Anvisa reforça que produtos destinados ao tratamento ou prevenção de doenças, ou que façam alegações terapêuticas, precisam cumprir as exigências sanitárias estabelecidas pela legislação brasileira.

 

A orientação aos consumidores é não utilizar produtos proibidos e desconfiar de itens que prometam emagrecimento rápido ou efeitos semelhantes aos de medicamentos sem apresentar autorização sanitária.



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