Renda domiciliar per capita no Brasil sobe 9,29% e atinge R$ 2.069 por pessoa, mostra IBGE



Por Rota Araguaia em 28/02/2025 às 11:15 hs

Renda domiciliar per capita no Brasil sobe 9,29% e atinge R$ 2.069 por pessoa, mostra IBGE
Reprodução

Redação

O rendimento médio domiciliar por pessoa no Brasil chegou a R$ 2.069 em 2024, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O valor representa um crescimento de 9,29% em relação ao registrado em 2023, que era de R$ 1.893.

O levantamento considera todos os moradores do domicílio no cálculo, incluindo pensionistas, empregados domésticos e parentes dos empregados domésticos.

Desigualdade entre estados

O Distrito Federal manteve a posição de maior renda per capita do país, com um valor mensal de R$ 3.444 por habitante. Na outra ponta, o Maranhão registrou a menor média, com R$ 1.077 por pessoa ao mês.

Confira a renda domiciliar per capita em cada unidade da Federação:

  • Centro-Oeste:

    • Distrito Federal: R$ 3.444
    • Mato Grosso: R$ 2.276
    • Mato Grosso do Sul: R$ 2.169
    • Goiás: R$ 2.098
  • Sul:

    • Rio Grande do Sul: R$ 2.608
    • Santa Catarina: R$ 2.601
    • Paraná: R$ 2.482
  • Sudeste:

    • São Paulo: R$ 2.662
    • Rio de Janeiro: R$ 2.490
    • Espírito Santo: R$ 2.111
    • Minas Gerais: R$ 2.001
  • Nordeste:

    • Rio Grande do Norte: R$ 1.616
    • Pernambuco: R$ 1.453
    • Sergipe: R$ 1.473
    • Paraíba: R$ 1.401
    • Bahia: R$ 1.366
    • Piauí: R$ 1.350
    • Alagoas: R$ 1.331
    • Ceará: R$ 1.225
    • Maranhão: R$ 1.077
  • Norte:

    • Tocantins: R$ 1.737
    • Rondônia: R$ 1.717
    • Roraima: R$ 1.538
    • Amapá: R$ 1.514
    • Pará: R$ 1.344
    • Acre: R$ 1.271
    • Amazonas: R$ 1.238

Impacto da pandemia e retomada da pesquisa

O IBGE destacou que a coleta de dados enfrentou desafios durante a pandemia de Covid-19, com menor taxa de aproveitamento das entrevistas em 2020 e 2021 devido às restrições de acesso aos domicílios. Para mitigar os impactos, a metodologia foi ajustada temporariamente nesses anos.

A partir de 2022, a recuperação das entrevistas foi gradativa e, em 2023, os cálculos voltaram ao método padrão, utilizando os dados da primeira visita aos domicílios.

A Pnad Contínua é uma pesquisa domiciliar realizada desde 2012 e acompanha a evolução da força de trabalho, além de fornecer informações socioeconômicas essenciais para o planejamento de políticas públicas e análise do desenvolvimento do país.



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