Mesmo após uma pausa no período chuvoso, é necessário manter os cuidados de prevenção à dengue, os cemitérios de Barra do Garças agora entram no radar das autoridades de saúde como lugares que exigem atenção especial no combate ao mosquito Aedes aegypti.
Isso porque vasos de flores, recipientes decorativos e estruturas utilizadas nas sepulturas podem acumular água da chuva e se tornar ambientes ideais para a reprodução do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.
De acordo com orientações da Vigilância em Saúde Ambiental de Barra do Garças, medidas simples podem reduzir significativamente os riscos de proliferação do inseto dentro dos cemitérios. Entre elas, está evitar o uso de pratos sob vasos de plantas, já que esses recipientes costumam acumular água parada por vários dias.
Outra recomendação é utilizar areia até a borda em vasos fixos feitos de cimento, mármore ou azulejo. A prática impede o armazenamento de água e dificulta a formação de criadouros.
As autoridades também alertam para o descarte irregular de lixo dentro dos cemitérios. Garrafas plásticas, copos descartáveis, sacolas e embalagens abandonadas podem acumular água rapidamente, principalmente após chuvas.
Além dos cuidados individuais, a Vigilância Ambiental pede que os visitantes colaborem informando à administração do cemitério sempre que identificarem possíveis focos do mosquito.
Segundo especialistas da área da saúde, o combate à dengue depende principalmente da eliminação de recipientes que acumulam água parada, já que o Aedes aegypti consegue se reproduzir até mesmo em pequenas quantidades de água limpa.
O município reforça que ações preventivas em locais públicos, como cemitérios, praças e terrenos baldios, são essenciais para reduzir os índices da doença e evitar novos surtos.
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