Quem nunca encontrou um remédio vencido no armário e ficou na dúvida sobre onde descartá-lo? Para muitos a solução ainda é o lixo comum, a pia ou o vaso sanitário, uma prática simples, mas que pode causar sérios impactos ambientais e riscos à saúde pública.
Comprimidos, cápsulas, xaropes, pomadas, cartelas com resíduos e frascos de medicamentos, quando eliminados de forma incorreta, podem contaminar o solo, atingir rios, córregos e lençóis freáticos, além de comprometer a qualidade da água consumida pela população.
Diante disso, o projeto de extensão “Descarte Consciente de Medicamentos”, da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), coordenado pelo professor Dr. Wilsione Carneiro, busca conscientizar a população de Barra do Garças e região sobre a forma correta de descartar remédios vencidos ou em desuso. A iniciativa surgiu após a identificação de que grande parte da população ainda utiliza o lixo doméstico, pias e vasos sanitários como destino final para esses produtos, muitas vezes por falta de informação.
Segundo o professor, o medicamento descartado de forma inadequada continua sendo um agente químico ativo e pode provocar danos tanto ao meio ambiente quanto à saúde humana, afetando inclusive organismos aquáticos e comprometendo ecossistemas inteiros.
Em Barra do Garças, o projeto conta com a parceria da drogaria Drogasil e de Unidades Básicas de Saúde (UBSs) do município, que funcionam como pontos de coleta para medicamentos vencidos ou em desuso. Nesses locais, a população pode realizar o descarte correto de forma segura, contribuindo para a preservação ambiental e evitando riscos à saúde pública.
As instituições parceiras também são responsáveis por encaminhar esses resíduos para a destinação final adequada, garantindo que o processo seja feito de acordo com as normas sanitárias e ambientais.
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