Redação
A corrida pela sucessão ao governo de Mato Grosso em 2026 já começa a ganhar forma e reunir nomes de peso no cenário político estadual. Entre os cotados estão Wellington Fagundes (PL), Otaviano Pivetta (Republicanos), Janaina Riva (MDB), Natasha Slhessarenko (PSD), Jayme Campos (União Brasil) e Max Russi (PSB).
Cada um carrega seus desafios e ambições. Wellington e Pivetta disputam o apoio do eleitorado bolsonarista; Janaina ainda avalia qual cargo deve disputar; Jayme Campos, embora mantenha relevância, demonstra menor disposição para enfrentar uma nova campanha; e Natasha tenta consolidar seu protagonismo dentro do PSD.
Em meio a esse tabuleiro político marcado por egos, hesitações e projetos pessoais, surge o nome mais subestimado e, ao mesmo tempo, potencialmente mais perigoso dessa lista: Max Russi, atual presidente da Assembleia Legislativa.
Reconhecido por sua habilidade na articulação política e pelo trânsito entre diferentes espectros partidários, Russi combina musculatura institucional e experiência acumulada na costura de acordos, o que o coloca como um dos poucos com real capacidade de unir forças e reorganizar o jogo político em torno de si.
Enquanto Pivetta busca provar que tem carisma e projeto, e Wellington tenta consolidar a direita sob seu comando, Max Russi atua de forma silenciosa — com método, relações e visão estratégica.
Se decidir entrar na disputa, pode transformar a eleição de 2026, não como coadjuvante, mas como protagonista com potencial para romper favoritismos frágeis e reconfigurar alianças no cenário mato-grossense.
Cadastre-se agora mesmo em nosso guia comercial, conheça agora mesmo nossos planos !