Redação
A movimentação nos bastidores da política mato-grossense indica que o Podemos, que passará por um processo de fusão com o PSDB, deverá ganhar protagonismo nas eleições proporcionais de 2026 no estado. Com articulações estratégicas e lideranças de peso, o partido projeta conquistar até cinco cadeiras na Assembleia Legislativa.
Puxado pelo presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi, o Podemos deve se consolidar como a grande força da próxima eleição. Max, que deixará o PSB durante a janela partidária de março, é apontado como possível campeão de votos, com expectativa de ultrapassar a marca de 90 mil votos. O desempenho individual dele pode puxar uma bancada expressiva, tornando o partido a chamada “bola da vez” no cenário político estadual.
Além de Max Russi, outros três deputados do PSB também migrarão para o Podemos: Fábio Tardin, Beto Dois a Um e Eugênio Paiva. A eles se juntam Juca do Guaraná, atual vereador por Cuiabá e filiado ao MDB, que também integrará a chapa estadual.
O partido também contará com a filiação do ex-prefeito de Sorriso, Ari Lafin, que deixará o PSDB, e do atual prefeito de Pontal do Araguaia, Adelcino Lopo, hoje no MDB, ambos com pretensão de disputar uma vaga na Assembleia Legislativa.
Com a fusão, o Podemos herdará ainda nomes expressivos do PSDB, como o deputado estadual Carlos Avalone, que permanecerá na legenda e buscará a reeleição.
A formação da chapa demonstra uma estratégia ousada do Podemos para ampliar sua representatividade no parlamento estadual, apostando na força eleitoral dos novos filiados e no fortalecimento do grupo liderado por Max Russi.
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