Redação / Jerusa Helena Bittencourt
As cidades, nas vésperas de uma nova eleição municipal, parecem estar revivendo práticas que deveriam estar enterradas no passado. Em pleno século XXI, quando o debate democrático e o respeito ao servidor público deveriam ser pilares da administração pública, alguns candidatos da oposição estão adotando uma postura coronelista, típica de uma era ultrapassada, marcada por coação, ameaças e ofensas. Essa postura não só envergonha a cidade, mas também coloca em xeque a integridade do processo eleitoral e o bem-estar dos trabalhadores.
Em vez de apresentar propostas que dialoguem com as necessidades reais da população, a oposição tem optado por um caminho perigoso: o ataque direto aos servidores municipais, que são pressionados e desrespeitados em seus próprios locais de trabalho. Essa prática não é apenas antiética, é um retrocesso inaceitável. A tentativa de coagir funcionários da gestão atual, usando ameaças veladas e ofensas, reflete uma política que busca o poder a qualquer custo, sem medir as consequências humanas e sociais de suas ações.
Conforme relatos da administrações municipais, servidores têm sido xingados e desvalorizados, forçados a se manifestar publicamente para pedir o mínimo: respeito e a oportunidade de continuar exercendo suas funções. Tal cenário é inadmissível em qualquer contexto, mas ganha contornos ainda mais graves quando ocorre em meio a um processo eleitoral, onde o debate de ideias deveria prevalecer sobre a intimidação. O simples fato de que trabalhadores estão sendo impedidos de realizar suas atividades, por medo de retaliações, levanta questionamentos sobre o estado da política local e sobre o compromisso da oposição com os valores democráticos.
A oposição, no entanto, não se limita a atacar os servidores. Há também relatos de agressões verbais contra feirantes e pequenos comerciantes, que precisaram recorrer à gravação de vídeos espontâneos para se defender e garantir o direito de continuar trabalhando. Esse tipo de política, que fere os princípios de liberdade e dignidade, é uma prática de um passado sombrio que não deve encontrar espaço na politíca de hoje.
Além disso, a postura de alguns candidatos, que saem pelas ruas fazendo baderna, fantasiados, jogando spray e gritando em público, tem sido amplamente rejeitada pela população. Os eleitores não acreditam mais nesse tipo de comportamento. O que o povo de quer são propostas concretas e melhorias para o município, e não a política do espetáculo, sem substância e sem compromisso com o futuro da cidade. Esse tipo de atitude desvia o foco do que realmente importa: o desenvolvimento e o bem-estar da comunidade.
Táticas Coronelistas Exibem a Fragilidade da Oposição
O uso de táticas coronelistas para intimidar e calar a oposição política revela a fragilidade de quem adota esse comportamento. Quando faltam argumentos e propostas concretas, resta a agressão. E isso é perigoso. Não apenas porque ameaça a integridade do processo eleitoral, mas porque afeta diretamente a vida de cidadãos que, em vez de se verem protegidos e valorizados, são atacados por aqueles que deveriam servir ao bem comum.
O eleitor precisa refletir sobre o tipo de política que deseja ver na sua cidade. Querem uma política de ameaças e ataques ou uma política de diálogo e respeito? As eleições são o momento de decidir o futuro do município, e práticas coronelistas não podem mais ter espaço em uma sociedade que busca progresso e dignidade para todos.
A crítica que fica é clara: enquanto a oposição se perde em atitudes retrógradas, aqueles que são diretamente prejudicados são os trabalhadores, os servidores públicos, os pequenos comerciantes e, no fim, a própria população. Em tempos de tanta turbulência política, é preciso escolher com sabedoria o caminho que se deseja para o futuro. O coronelismo, com sua política de coação e medo, já mostrou no passado que é o caminho errado. O futuro precisa ser construído com respeito, diálogo e propostas que realmente atendam às demandas da população.
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