Segundo a produtora executiva do projeto, Ju Queiroz, a obra audiovisual constrói um paralelo entre o processo de ‘branquitude’ de Macunaíma no enredo, que é original de Mário de Andrade.
As filmagens foram feitas em dezembro, em cruzamentos de avenidas de Cuiabá e no cerrado de Chapada dos Guimarães, a 65 km da Capital.
Após ter sido selecionado no edital da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), o material une a tecnologia do vídeo às expressões artísticas e traz conceitos do naturalismo fantástico.
Na versão mato-grossense, Macunaíma mostra reexistências seculares de indígenas, negros, ribeirinhos e populações rurais, além de corpos em transição e fluidez de gênero, que se manifestam no cerrado, segundo maior bioma brasileiro, com novas possibilidades de sentir e afetar.


















