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Noelma Magalhães superou o câncer de mama com ajuda da atividade física — Foto: Assessoria
Ressignificando desafios - Noelma sempre foi fã dos esportes. Ativa desde os 15 anos, ela encontrou apoio na atividade física para seguir o tratamento. “Depois que me recuperei da oncoplastia e fui liberada pela médica para dirigir, passei a ter uma rotina mais saudável. Eu saía das sessões de quimioterapia, pegava o carro, ia para academia, corria uns 4 km, malhava, voltava para casa e dormia. Com a pandemia, as academias fecharam, eu passei a fazer alguns exercícios em casa, mas com o tempo e o cenário melhorando, comecei a correr no parque”.
A rotina foi ficando pequena perto da vontade de viver, mas o desafio evoluiu e Noelma precisou passar por mais uma fase. “Após finalizar meu tratamento do câncer de mama, recebi a notícia que tinha voltado, só que dessa vez no pulmão. Eu sabia que tinha que enfrentar a doença de novo, mas não baixei a cabeça, foquei na minha fé, entreguei nas mãos de Deus e resolvi que era hora de ressignificar a palavra desafio.”
Olhando o câncer sob uma nova perspectiva, ela decidiu que era momento de aumentar a dosagem de coragem. “Comecei a me desafiar diariamente, corria um percurso em um dia e no outro melhorava o tempo. Eu sempre queria mais, foi quando decidi competir nas provas de rua”. A primeira competição ganhou um espaço especial na memória de Noelma. “Foram 5 km, eu não lembro bem o tempo que fiz, mas eu concluí e isso pra mim foi muito importante”.
Câncer e atividade física - Associando o esporte, a alimentação saudável e o tratamento, Noelma percebeu uma evolução significativa em sua qualidade de vida. “Exercícios físicos não são proibidos. Eles ajudam a fortalecer o organismo e inibir os sintomas da quimioterapia, mas é necessário um equilíbrio, respeitar o limite do corpo”, explica a oncologista da Oncomed-MT Carla Nakata (CRM 6671-MT / RQE 4280), que acompanha Noelma.
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Corrida pela vida — Foto: Assessoria
A médica observa ainda que a atividade física é importante não só após o diagnóstico, mas também na prevenção da doença. “Praticar atividade física reduz em até 25% o risco de câncer. Ao nos exercitarmos, melhoramos o metabolismo, aumentamos a função imunológica e diminuímos o nível de hormônios que nos fazem mal.”
Medalhas e planos - Da primeira corrida de Noelma até hoje, foram quase 10 competições, colecionando medalhas. Os planos para o futuro incluem mais esporte e conquistas, entre elas: a cura. “Tem horas que eu acho que eu nem estou com câncer, porque eu não fico pensando na doença, meu pensamento está focado em como eu posso melhorar a minha vida. A gente precisa de tão pouco para viver e quando você enfrenta o câncer, essa reflexão passa a ser feita diariamente”.
Diretor técnico responsável: Marcelo Benedito Mansur Bumlai CRM-MT 2663






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