Vereador Armando se manifesta sobre cobrança de R$ 14 milhões por encargos previdenciários em Barra do Garças

Ex-servidor do RH da Prefeitura afirma que valores estão relacionados a contribuições previdenciárias não recolhidas em 2017 e 2018; parlamentar diz que seguia orientações superiores e que está apresentando sua defesa.


Por Rota Araguaia em 20/10/2026 às 14:48 hs

Vereador Armando se manifesta sobre cobrança de R$ 14 milhões por encargos previdenciários em Barra do Garças
Reprodução

Redação

 

O vereador Armando, de Barra do Garças (MT), esclareceu que a cobrança judicial de aproximadamente R$ 14 milhões está relacionada a encargos previdenciários de servidores contratados pela Prefeitura, principalmente médicos, nos anos de 2017 e 2018. Segundo ele, as contribuições ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) não foram recolhidas naquele período.

O parlamentar afirmou que tem recebido ligações de moradores, amigos e familiares questionando se ele teria recebido ou desviado os R$ 14 milhões. Em entrevista, negou essa interpretação e explicou que o valor se refere aos encargos previdenciários que, segundo seu relato, deixaram de ser recolhidos.

Armando trabalhou durante 36 anos no setor de Recursos Humanos da Prefeitura de Barra do Garças. Ele declarou que, na época dos fatos, recebia orientações superiores e jurídicas para realizar os procedimentos relacionados à folha de pagamento, incluindo os lançamentos dos encargos sociais.

De acordo com o vereador, a situação foi questionada pelo Tribunal de Contas, que teria notificado a Prefeitura. Posteriormente, o caso foi encaminhado à Polícia Federal e, depois, ao Ministério Público.

Armando afirmou que ele e os demais envolvidos estão apresentando suas defesas. Segundo o parlamentar, a atual gestão municipal ingressou recentemente com uma ação judicial para cobrar a devolução dos valores.

O vereador também sustentou que a situação não envolve desvio de dinheiro público de sua parte, mas o não recolhimento das contribuições previdenciárias. Ele afirmou que os procedimentos realizados pelo setor de Recursos Humanos seguiam orientações recebidas na época.

O caso envolve a apuração de possíveis responsabilidades pelo não recolhimento dos encargos. A definição sobre a responsabilidade de cada envolvido depende da análise dos fatos e das decisões das autoridades competentes.



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