O avanço da Inteligência Artificial no sistema de Justiça brasileiro entrou no centro das discussões do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Com o crescimento do uso de ferramentas tecnológicas em tribunais e unidades judiciais de todo o país, o órgão lançou a segunda edição da Pesquisa Sobre Inteligência Artificial Generativa no Judiciário, direcionada a magistrados(as) e servidores(as).
A iniciativa tem como principal objetivo compreender de que forma tecnologias baseadas em IA vêm sendo aplicadas nas atividades do Judiciário, além de identificar benefícios, limitações, riscos e oportunidades de aprimoramento no uso dessas ferramentas.
Segundo o CNJ, o levantamento será fundamental para aperfeiçoar políticas públicas voltadas à transformação digital do sistema de Justiça e contribuir para a atualização da Resolução CNJ nº 615/2024, que estabelece diretrizes para o uso responsável da Inteligência Artificial no âmbito do Poder Judiciário.
A pesquisa está sendo coordenada pelo Departamento de Pesquisas Judiciárias (DPJ), responsável pela análise dos dados coletados e pela elaboração de relatórios técnicos que poderão orientar futuras decisões institucionais sobre inovação tecnológica, segurança jurídica e proteção de dados.
Nos últimos anos, o uso de Inteligência Artificial tem ganhado espaço em diferentes setores do Judiciário brasileiro, auxiliando em tarefas como triagem processual, organização de informações, elaboração de minutas e otimização de fluxos administrativos. O CNJ destaca, no entanto, que o avanço dessas ferramentas exige atenção especial a critérios éticos, transparência e confiabilidade dos sistemas utilizados.
A participação na pesquisa é voluntária, anônima e leva entre cinco e dez minutos para ser concluída. O prazo para envio das respostas termina nesta quinta-feira, 8 de maio.
O formulário pode ser acessado pelo endereço:
Pesquisa Sobre Inteligência Artificial Generativa no Judiciário – CNJ
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